Ao começar a leitura, lembrei do rosto humano que a obra narra





Selma Leite Galindo da Silva***



Rumo a Estação Catanduva.

Ao começar a leitura, lembrei do rosto humano que a obra narra, a vida aparece em linguagem viva, em cada linha e em cada narrativa, aos poucos vai se identificando que é não um personagem, mas um homem de muitas lutas Aldo Santos.


Cada parágrafo de superação, senti uma motivação para buscar o desfecho do assunto colocado.


E a vida é assim. Nossa luta diária se mistura com a luta pessoal, que não por acaso se mistura com a luta por dignidade, um teto, um emprego, um espaço e um sorriso. Os olhos na leitura e vejo um Aldo insistente em não se abater. Requer coragem, fôlego e eu lembro de Guimarães Rosa; o que a vida quer da gente é coragem!


A filosofia de vida garante o encanto com a filosofia da existência, se não lógica, talvez na certeza da dignidade do ser, lembro de Santo Agostinho. O momento de pensamento solitário, abre caminho para a vontade de viver. É força, é potência de vida e vejo Espinoza.


A luta social com raízes profundas, com ideologia própria, tentar, tentar e vencer.

A caminhada pediu história, passagem e se faz presente.


Terminei o livro com a seguinte frase na mente:


“Companheiro Aldo, que orgulho de você.”




Selma Leite Galindo da Silva - Diretora organizativa de políticas pedagógicas e Legislação APROFFESP, integrante da Comissão Justiça e Paz SP, coordenadora Arquidiocesana da Pastoral da Criança SP e colaboradora da Frente Inter-Religiosa Dom Paulo Evaristo Arns


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