Li "Rumo à Estação Catanduva..." na recepção do SUS


Marcos Rubens Ferreira***



Ao lado de Dona Maria José dos Santos, minha mãe, sentados na sala de espera do Ambulatório Especialidades NISA SUS de Pirituba, eu li "Rumo à Estação Catanduva...".


Tendo em mãos uma história escrita em família de carne, ossos, sangue e suor, pela mãos de Aldo Santos visitei o Ceará e um "pau de arara" já passados na história, mas vivos na presença desses incríveis pioneiros da epopeia nordestina; também viajei de trem, táxi e ambulâncias, neste 2022 de aplicativos via smartphone.


Senti cheiros, emoções gostosas, falta de ar e gostos, tanto amargos quanto saborosos mais muitas medicações de uma época onde a prática médica, na Saúde Pública, ainda era empiricamente massificada, pouco humanizada dentro da possível factibilidade.


Ao lado de uma nordestina aguardando atendimento para Avaliação de Aparelhos Auditivos, no SUS de 2022, eu tinha Aldo Santos em mãos, mental e fenomenologicamente via no serviço de Saúde as experiências que geraram um: Filho, Irmão, Amigo, Auxiliar de Protético, Técnico de Enfermagem, Professor de Filosofia, Bacharel em Teologia, Vereador, Mestre em Educação, Esposo, Pai, Avô, enfim aquele UNO digno de ser perpetuado no Tempo com honra ao mérito de reconhecimento plenamente como Ser Humano.


Marcos Rubens Ferreira, Professor de Filosofia, integrante da Pastoral da Saúde CNBB Regional Sul1, integrante da Diretoria da APROFFESP e Membro do Conselho Gestor do Pronto Socorro Municipal 21 de junho-Freguesia do Ó

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